De repente não há.
E de repente na corrente do mar
Fez-se tempestade a saudade,
Fez-se da doçura o desejo de amargar
O que um dia já fez exalar a vontade de amar-te.
As palavras não fazem mais sentido,
Teus sinais me põe em um caminho perdido.
E tudo tão de repente,
Tão frio e insolente.
Não creio que seja somente
A inquieta necessidade de liberdade
De saciar as vontades
Tantas vezes ocultas ou camufladas em meias verdades.
Não compreendo tanto o porquê,
Mas esperava ouvir de você.
Talvez eu não queira acreditar.
Havia tanto amor, carinho, tantos planos e sonhos.
Dizia me amar,
Dizia apaixonado estar.
Mas de repente não existe mais nada.
Simplesmente não há.
Almeida, Mcs
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