E quando não há rimas
O que me resta a fazer?
Vou escrever, escrever...
Sem ter nada a dizer?
Tento dizer-te.
Tento, tento...
Mas as palavras faladas se perdem ao vento
E não me resta nada melhor que tentar escrever.
Mas que paradoxo de ideias é esse?
Vem palavras perdidas,
Talvez vencidas,
Mal escolhidas.
Mas nunca me resta outra saída.
Tenho que escrever!
Não me importam as rimas,
Mas o conteúdo deve ter.
Talvez seja complicado.
Está tudo tão embaralhado
Mas não posso esquecer de dizer-te
Que minha inspiração para as cartas de amor é você.
Almeida, Mcs
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