quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Tempestade
É de se achar no mínimo estranho sentir-se feliz. Um dia a calmaria, no outro a tempestade. Quem consegue viver com tranquilidade assim? Viver um dia de paz, no seguinte não mais. É um tanto suspeito sobreviver à um dia tão bem. Estou a ponto de explodir. De dor, tristeza; explodir de tão cheia que estou. Cheia de tudo, de todos! Minha cabeça dói, minhas mãos tremem e meu coração está se despedaçando em meio à tempestade. Não sei se tenho mais forças para suportar tamanho sofrimento. Sinto que aproxima-se o momento em que cairei ao chão, em que desabarei. Meus olhos já não se abrem. Não suportam o incômodo e a dor da claridade. Preferindo viver à escuridão; Viver um breu de tudo. No vácuo...

Almeida, Mcs. 

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