quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Deixa eu amar você!




Não há como falar, sequer explicar. Paro e fico imaginando. Que boba, não? Sim! Admito! Confesso! Digo com todas as letras que sou e que você é quem me proporciona todos os sentimentos mais puros, bons e sinceros. Proporciona os mais promíscuos também, porque não admitir isso?! Desejo-lhe todo dia, cada vez mais. Você me excita, me atiça e provoca. Quanto mais tento controlar meus instintos, meus desejos e vontades, mais você me proporciona prazer, mais você me provoca e tira-me do sério. Ah, amor... deixa eu lhe encher de carinho, de beijos e carícias; deixa eu enlouquecer lhe, dominar. Se entrega, amor! Deixa eu amar você!
Sua boca na minha, nossos lábios juntos como um só. Minha mão na sua nuca e a sua na minha. Entre os beijos, sorrisos..., olhares que duram a eternidade. Olhares que matam, que erguem. São olhares que se entregam, que se tocam e que se amam.  Toques que significam mais que simples contatos entre dois tecidos, são toques que marcam e eternizam cada momento. São gestos que valem mais que um “Eu te amo!”. Afinal, o amor está em cada um deles. Está em cada beijo, em cada olhar e toque. O amor está em cada sentimento que você me proporciona.
Quem dera não ter tempo certo pra chegar e ir embora. Quem dera que o tempo fosse simplesmente um mero detalhe, sem influência, sem importância. Quem dera eu lhe ter por tempo indeterminado. Nos amarmos sem nos preocupar com o inesperado; Nos amarmos como se não houvesse amanhã. Seria interessante seguirmos os conselhos de Renato Russo. Morrer de amor, por amor. Seria um crime não amar. Crime maior seria não amar você. Vamos nos amar, meu bem!

- Almeida, Mcs

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