Tantos dias se
passaram. Agradeço imensamente por isso. Demorou, mas finalmente o dia de hoje
chegou. Passou-se um mês. Um mês que mais pareceu um ano. É assim que acontece
quando não te tenho por perto. As horas passam se arrastando. Tudo fica tão
chato, tão monótono e tedioso. Mas finalmente o dia de hoje chegou e poderei te
ver outra vez. Outras vezes, afirmo. Vou poder te beijar, te sentir e te tocar.
E eu vou poder dizer olhando em teus olhos que te amo e que te quero. Com você
aqui eu te quero mais. Quero-te cada vez mais perto. Mais perto de mim.
Não culpo a
saudade nem nada do tipo. Esse mês foi essencial para afirmar e fortalecer o que
havia em nós antes, que nesse tempo transformou-se e hoje digo ser amor. Não
culpo o amor, também. Culpo apenas você e meu coração. Culpo-te por toda
felicidade que senti, por toda saudade até. Dou a ti toda a culpa por tudo – ou
quase tudo – que há em mim. Culpo ao meu coração também. Afinal, ele se
apaixonou por você; o que por consequência dá a culpa a ti. Culpo-te por eu amar-te.
São culpas pelas quais jamais serão aceitas as desculpas.
Culpo e não
desculpo!
- Almeida, Mcs.

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