quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Uma culpa toda tua


Tantos dias se passaram. Agradeço imensamente por isso. Demorou, mas finalmente o dia de hoje chegou. Passou-se um mês. Um mês que mais pareceu um ano. É assim que acontece quando não te tenho por perto. As horas passam se arrastando. Tudo fica tão chato, tão monótono e tedioso. Mas finalmente o dia de hoje chegou e poderei te ver outra vez. Outras vezes, afirmo. Vou poder te beijar, te sentir e te tocar. E eu vou poder dizer olhando em teus olhos que te amo e que te quero. Com você aqui eu te quero mais. Quero-te cada vez mais perto. Mais perto de mim.
Não culpo a saudade nem nada do tipo. Esse mês foi essencial para afirmar e fortalecer o que havia em nós antes, que nesse tempo transformou-se e hoje digo ser amor. Não culpo o amor, também. Culpo apenas você e meu coração. Culpo-te por toda felicidade que senti, por toda saudade até. Dou a ti toda a culpa por tudo – ou quase tudo – que há em mim. Culpo ao meu coração também. Afinal, ele se apaixonou por você; o que por consequência dá a culpa a ti. Culpo-te por eu amar-te. São culpas pelas quais jamais serão aceitas as desculpas.

Culpo e não desculpo!

- Almeida, Mcs

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